Uma das cenas mais fortes do capítulo é a conversa com o paciente que não bebia água, não comia o prescrito e mesmo assim perguntava por que não melhorava.

Taires não trata isso com frieza. Ela traz um ponto importante: existem coisas que ninguém pode fazer pela pessoa.

O médico pode orientar. A família pode apoiar. O profissional pode montar o caminho. Mas beber água, comer melhor e seguir o combinado são decisões pessoais.

Autorresponsabilidade não é culpa. Culpa trava. Responsabilidade devolve movimento.

Quando a pessoa entende isso, a saúde deixa de ser apenas algo que ela espera receber. Passa a ser algo que ela participa em construir.